sábado, 13 de novembro de 2010

Passista da Mangueira morre em acidente na Zona da Mata de Minas




Micro-ônibus seguia do Rio de Janeiro para Congonhas, em Minas.Veículo transportava 19 integrantes da Escola de Samba Mangueira.

Uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas em um acidente que envolveu um micro-ônibus e um caminhão na BR-040, proximo à cidade de Santos Dumont, na Zona da Mata de Minas Gerais. A batida foi neste sábado (13), por volta das 13h. O veículo transportava 19 integrantes da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, do Rio de Janeiro, que seguiam viagem para Congonhas,na região central de Minas, onde fariam uma apresentação. A pessoa que morreu era passista da escola de samba.
Os feridos, três mulheres e dois homens, foram socorridos na Santa Casa de Misericórdia de Santos Dumont. De acordo com o hospital, quatro tiveram ferimentos leves, como escoriações por exemplo, e já tiveram alta.
A outra vítima teve fratura nas costelas e está no centro cirúrgico. Segundo a instituição, ainda não há como informar o estado de saúde dela porque o paciente está sob avaliação médica.

Quadro cardíaco de José Alencar 'é estável', diz boletim médico



Vice-presidente prossegue com tratamento do tumor intestinal.
Internado desde o dia 25, ele foi visitado por Lula e Dilma neste sábado.

O Hospital Sírio-Libanês divulgou às 12h30 deste sábado (13) novo boletim médico sobre o estado de saúde do vice-presidente da República, José Alencar, que está internado desde o dia 25 de outubro com quadro de suboclusão (obstrução) intestinal. Na quinta-feira (11), Alencar sofreu um infarto agudo do miocárdio durante internação para tratar da obstrução intestinal, com quimioterapia. "Encontra-se estável do ponto de vista cardíaco e continua o tratamento do tumor intestinal", informa o boletim.

Além disso, o vice-presidente foi transferido para a "Unidade Coronária (semi-intensiva)" do hospital na noite de sexta-feira (12), diz a nota, que é assinada pelos médicos Antonio Carlos Onofre de Lira, diretor-técnico hospitalar, e Riad Yyounes, diretor-clínico.

Antes da divulgação do boletim, José Alencar recebeu as visitas do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e da presidente eleita, Dilma Rousseff, que permaneceram por 40 minutos no Hospital Sírio-Libanês, na manhã deste sábado. Lula desembarcou às 9h07, no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, procedente de Seul, na Coreia do Sul, onde participou da reunião do G20. Seguiu direto de helicóptero para o hospital, onde chegou às 9h25, de acordo com a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.

Lula deixou o hospital por volta das 10h05, também de helicóptero, e seguiria direto para São Bernardo do Campo, no ABC, onde reside, segundo a assessoria do Palácio. À noite, ele participará de um casamento de um amigo no Sindicato dos Metarlúgicos de São Bernardo e só deverá retornar a Brasília na segunda-feira (15), feriado da Proclamação da República. A agenda de Dilma Rousseff não foi divulgada pela assessoria.
Segundo a assessoria do vice-presidente, José Alencar está bem disposto e caminhando. Ele teria acompanhado Lula e Dilma até o elevador, quando o presidente e a presidente eleita deixaram o hospital.

Na sexta-feira (12), o vice-presidente teve dores na região do estômago por volta das 15h de sexta-feira (12) e foi submetido a um ecocardiograma. Dores nessa região podem ser tanto um reflexo de problemas cardíacos quanto do câncer no abdome de Alencar.

De acordo com o hospital, Alencar sofreu o infarto por volta das 18h de quinta-feira. Ele foi submetido a cateterismo, "que não mostrou obstruções arteriais importantes". Segundo os médicos, ele encontrava-se estável do ponto de vista cardíaco. Nesta sexta, o cardiologista Roberto Kalil Filho, que trata de Alencar, disse que ele até trabalhou pela manhã.

O vice-presidente está internado desde 25 de outubro com quadro de suboclusão (obstrução) intestinal. Em julho de 2009, Alencar foi submetido a uma cirurgia motivada por problema .

Vettel crava a pole, e Alonso arranca o terceiro lugar no grid em Abu Dhabi.





Espanhol ganha duas posições na última volta e fica em boa situação para buscar o título na corrida deste domingo, às 11h, nos Emirados Árabes.

Sebastian Vettel não quis saber de dúvidas. Com duas voltas quase perfeitas no fim do treino classificatório deste sábado, em Abu Dhabi, o alemão da RBR deixou claro que a pole position seria dele na corrida de domingo. Decidido o primeiro lugar, ainda havia muito para acontecer depois que o cronômetro zerou. Quando Fernando Alonso abriu a última volta, tinha apenas o quinto melhor tempo do dia, acuado atrás dos outros candidatos ao título. Foi aí que o líder do campeonato enfiou o pé no acelerador da sua Ferrari. Fez 1m39s792 e respirou aliviado. O tempo foi suficiente para saltar duas posições e garantir o terceiro lugar no grid, um atrás de Lewis Hamilton e dois à frente de Mark Webber, seu principal rival no caminho que leva ao tricampeonato.

O intruso na briga pelo título é Jenson Button, da McLaren, que larga em quarto, sem chances de levantar a taça. Segundo colocado na temporada, oito pontos atrás de Alonso, Webber vai precisar acelerar muito sua RBR se quiser conquistar o título aos 34 anos. O pole Vettel brilhou com 1m39s394. A 15 pontos do líder, precisa vencer e torcer para o espanhol chegar em no máximo quinto. Se as posições do grid se mantiverem na corrida deste domingo, o piloto da Ferrari será campeão pela terceira vez.

Logo após o pelotão da frente, estão dois brasileiros. Felipe Massa, da Ferrari, larga em sexto, seguido por Rubens Barrichello, da Williams. Lucas Di Grassi, da VRT, não conseguiu passar para o Q2 e vai sair em 22º. Logo atrás, em penúltimo, vem Bruno Senna, da Hispania, à frente apenas do companheiro Christian Klien.

Q1 sem surpresas

A primeira parte do treino não teve surpresas. Os brasileiros Di Grassi e Senna só conseguiram ficar à frente de Christian Klien, companheiro de Bruno na Hispania. A dupla da STR disputou a última vaga no Q2, e quem levou a melhor foi o espanhol Jaime Alguersuari, que passou com o 15º melhor tempo. O suíço Sebastien Buemi ficou fora da segunda parte, assim como Jarno Trulli, Heikki Kovalainen e Timo Glock.

Q2 com incidente Massa x Hamilton

Os 17 melhores avançaram para o Q2, e os favoritos continuaram virando os melhores tempos. O clima tenso se instalou quando Hamilton entrou no caminho de Massa e os dois se tocaram. O inglês acabou atropelando uma câmera à beira da pista e, sem razão, reclamou do brasileiro pelo rádio. A disputa pela última vaga na fase final ficou entre Nico Rosberg e Robert Kubica. O alemão da Mercedes virou em 1m40s060 e pulou para terceiro, deixando o polonês da Renault fora da disputa pela pole.

Avançaram para o Q3 Vettel, Button, Rosberg, Webber, Hamilton, Alonso – num surpreendente sexto tempo -, Massa, Schumacher, Barrichello e Petrov.

Emoção depois do cronômetro zerado

A três minutos do fim, Vettel voou com 1m39s448 e tomou o primeiro tempo de Hamilton. Não satisfeito, logo em seguida baixou para 1m39s394. Não havia mais dúvidas sobre a pole position. Seu companheiro de RBR, contudo, não teve o mesmo rendimento. Webber não conseguiu superar as duas McLarens e se manteve em quarto. Custou caro. Na última volta, Alonso fez bonito e saltou duas posições. Ganhou conforto na luta pelo título e deixou Webber em situação delicada.



Libertada, ativista Nobel da Paz pede 'unidade' em Mianmar





Aung San Suu Kyi foi liberada da prisão domiciliar neste sábado em Yangon.
Militante luta para restaurar democracia em país governado por junta militar.

A líder opositora de Mianmar Aung San Suu Kyi, símbolo da dissidência à junta militar, conclamou o país à unidade neste sábado (13), pouco depois de ter sido libertada da prisão domiciliar pelas autoridades da junta militar que controla o país.

"Há uma hora para ficar em silêncio e uma hora de falar. As pessoas devem trabalhar em unidade. Só assim atingiremos nosso objetivo", disse ela, atrás dos gradis de sua casa, para à multidão que celebrava sua soltura em Yangon.

Cerca de mil pessoas, entre elas muitos jornalistas, se aglomeraram do lado de fora de sua casa, situada em frente a um lago, ao longo do dia.

Muitos deles gritavam 'Libertem Aung San Suu Kyi' e 'Vida Longa a Aung San Suu Kyi'.
Alguns usavam camisetas estampadas com mensagens de apoio à ativista.

Ela afirmou que voltaria a falar a seus simpatizantes neste domingo. Depois, voltou para dentro de sua casa, onde iria se reunir com líderes de seu partido, a Liga Nacional pela Democracia (LND).

A condenação de 18 meses de prisão domiciliar, que a vencedora do Nobel da Paz em 1991 cumpria atualmente, foi a última de uma longa série de punições.

O governo já havia adiantado que iria libertar Suu Kyi, que há mais de 20 anos simboliza a resistência democrática pacífica em Mianmar.

A libertação ocorre poucos dias depois das primeiras eleições no país em 20 anos, celebradas no último domingo.

Os países ocidentais e a oposição criticaram o processo e denunciaram fraudes. Mas o partido ligado à junta militar que governa o país ignorou a censura internacional e alegou ter recebido 80% dos votos para as futuras assembleias nacionais e regionais.

Há alguns meses, analistas previram que o regime comandado pelo generalíssimo Than Shwe terminaria libertando Suu Kyi, que foi mantida afastada das eleições.

Mas também lembram que o homem forte da junta, que detesta a dissidente, a libertou duas vezes antes de determinar sua prisão novamente.

Em maio de 2009, Suu Kyi estava prestes a ser libertada quando um americano conseguiu nadar até sua casa em Yangun, às margens de um lago. Em agosto do mesmo ano, ela foi condenada a mais 18 meses de prisão domiciliar.

Apesar dos pedidos da ONU, a junta militar que controla o país recusava-se a se reunir com secretário-geral Ban Ki-moon, que, na ocasião, visitou especialmente Mianmar para isso.

Suu Kyi sempre clamou inocência, denunciando o caráter parcial das acusações atribuídas a ela pelo governo birmanês.

Isolamento

Mesmo com a libertação, Suu Kyi está politicamente mais isolada do que nunca. A vitória eleitoral de 1990 de seu partido parece cada vez mais longe.

O resultado da votação de 20 anos atrás nunca foi reconhecido pelo regime ditatorial, e a líder opositora passou 15 dos últimos 20 anos privada da liberdade.

Mas a vitória deu legitimidade a Suu Kyi em Mianmar e no exterior. O principal objetivo da junta militar nas eleições de domingo era tentar reduzir esta legitimidade.

Suu Kyi boicotou as eleições, assim como a LND, que foi oficialmente dissolvida. Em tais condições, o futuro político da dissidente é incerto.

Em outro problema para o governo, a junta militar acusou de "terroristas", que cometeram "atos subversivos para perturbar a estabilidade do Estado", os rebeldes da etnia Karen que enfrentaram o Exército no leste do país.

Os combates provocaram a fuga para a Tailândia de 20 mil pessoas. Quase todas já retornaram, mas a tensão persiste em um país onde muitas minorias étnicas não têm uma relação pacífica com o governo central.

Número de mortos pelo vulcão Merapi sobe a 240 na Indonésia.









Mais 34 mortes foram comunicadas neste sábado (13).
Quase 400 mil pessoas continuam fora de suas casas.

As autoridades da Indonésia informaram neste sábado que mais 34 pessoas morreram em decorrência do vulcão Merapi, o que fez o número total de vítimas fatais subir para 240 desde a primeira erupção, em 26 de outubro.
Segundo a Agência Nacional de Gestão de Desastres, o aumento do número de mortos foi causado pelo resgate de cadáveres em torno do Merapi, situado da ilha de Java, e pelos mortos por queimaduras no hospital.

Quase 400 mil pessoas se encontram em centros para evacuados em um perímetro de segurança de 20 quilômetros em torno do vulcão, de 2.194 metros de altura.

A maior erupção do Merapi aconteceu em 5 de novembro, quando deixou dezenas de mortos, a maioria por causa da nuvem de cinza incandescente.

Milhares de hectares de plantações ficaram queimados e dezenas de aldeias estão cobertas por uma grossa camada de cinza, que vem causando graves problemas respiratórios à população.

A milhares de quilômetros, na costa da ilha indonésia de Sumatra, as autoridades calculam as perdas pelo tsunami que atingiu o arquipélago de Mentawai em 25 de outubro.

Segundo as autoridades indonésias, 13 mil pessoas estão em centros para evacuados, enquanto o número de mortos já é de 448, além das dezenas de pessoas que continuam desaparecidas.

O tsunami, com ondas de até seis metros segundo as testemunhas, foi causado por um terremoto de 7,5 graus na escala Richter.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Bola diz que delegado tentou extorquir R$ 2 milhões de Bruno




Declarações foram dadas durante a audiência desta sexta (12).
Delegado Edson Moreira disse que não vai comentar o fato.

Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, disse em audiência, nesta sexta-feira (12), que o delegado Edson Moreira o ameaçou e tentou extorquir R$ 2 milhões de Bruno por meio dele. Ele afirmou que só veio conhecer alguns réus do caso Eliza Samudio na delegacia e outros nas audiências. No início de seu depoimento, Bola disse à juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues que só iria responder às perguntas feitas pelos seus advogados de defesa.

“Na primeira vez que fui ao Departamento de Investigações (DI), o Edson falou que não tinha medo de mim. 

Ele perguntou se eu tinha uma filha que morava em SP e há quanto tempo eu não a via. Eu disse quatro meses.

Daí o Edson Moreira disse: ‘Já pensou ver sua filha retalhada igual você fez com a Eliza Samudio?’ Na primeira vez que eu fui ao DI, o Edson Moreira passou com o Bruno e o Macarrão e disse: ‘Olha aí o segurança de vocês’. Na segunda vez que fui ao DI, o Edson Moreira disse que ia me colocar no pau de arara. Eu e Edson Moreira somos inimigos”, afirmou Bola.

Segundo ele, Edson Moreira tentou utilizá-lo para extorquir R$ 2 milhões de Bruno. Marcos relatou ainda ter ouvido de Bruno que o delegado também tentou extorquir este valor diretamente do goleiro.

Procurado pelo G1, o delegado Edson Moreira disse que não vai comentar as declarações de Marcos Aparecido dos Santos.

Durante o depoimento de Bola a juíza autorizou que Fernanda visse o filho na sala em que ela está a espera de seu depoimento. Santos foi o primeiro réu do caso Eliza Samudio a chegar ao Fórum de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, nesta sexta-feira (12). Antes do início da oitiva, a juíza concedeu 30 minutos para uma conversa entre ele e os advogados de defesa. Logo após este tempo, foi feita a leitura da denúncia. 

Fernanda também já está no Fórum de Contagem.

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Marcos Aparecido e Fernanda Gomes de Castro serão ouvidos nesta sexta-feira pela Juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues.

Entenda o caso

O goleiro Bruno é réu no processo que investiga a morte de Eliza Samudio. A Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público contra Bruno e outros oito envolvidos no desaparecimento e morte de Eliza. Fernanda Gomes de Castro, namorada de Bruno, foi presa em Minas Gerais.

O goleiro; Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Sérgio Rosa Sales; Dayanne Souza; Elenilson Vítor da Silva; Flávio Caetano; Wemerson Marques; e Fernanda Gomes de Castro respondem na Justiça por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e corrupção de menor. Marcos Aparecido dos Santos é o único que responderá por dois crimes. Ele foi denunciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Todos os acusados negam o crime. As penas podem ultrapassar 30 anos.

A pedido do Ministério Público, a Justiça decretou a prisão preventiva de todos os acusados. Com essa medida, eles devem permanecer na cadeia até o fim do julgamento. Em 2009, Eliza teve um relacionamento com o goleiro Bruno, engravidou e afirmou que o pai de seu filho é o atleta. O bebê nasceu no início de 2010 e, agora, está com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.
 

Gabarito do Enem será divulgado ainda nesta sexta, diz MEC





Exame e divulgação do gabarito haviam sido suspensos pela Justiça.
Espaço para reclamações também estará disponível nesta sexta.

O gabarito das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a página para reclamações de estudantes que se sentiram prejudicados pelo erro na folha de respostas devem ser lançados ainda nesta sexta-feira (12), de acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC).

A prova e todos os procedimentos referentes ao Enem haviam sido suspensos, em todo o país, no início desta semana, depois de uma liminar concedida pela Justiça Federal do Ceará. Nesta sexta, o presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, derrubou a liminar e liberou o Enem.

Cerca de 3,3 milhões de estudantes participaram do Enem 2010, que ocorreu no último fim de semana. Logo depois da primeira prova, no sábado, alguns inscritos reclamaram de erros na folha de respostas e no caderno de provas amarelo.

Na folha de respostas, os enunciados das áreas de conhecimentos estavam invertidos, na comparação com o caderno de questões. Alguns alunos alegam que preencheram o gabarito de forma invertida. O MEC havia informado que abriria uma página na internet para receber pedidos de correção invertida e que os casos seriam avaliados separadamente. O espaço virtual deveria ser lançado na quarta-feira (10) mas, por causa da decisão judicial, não foi publicado.

No Twitter, nesta sexta, o MEC destacou que "só precisa fazer requerimento quem preencheu questões de Ciências Humanas/Ciências da Natureza na ordem inversa do cartão-resposta".

Estudantes que fizeram a prova amarela reclamaram que faltavam questões, outras estavam repetidas, a sequência numérica estava errada e havia, inclusive, páginas da prova branca incluídas no mesmo caderno. A estimativa é que cerca de 2 mil alunos tiveram problemas com a prova amarela e devem realizar um novo exame.

Segundo o MEC, a aplicação dessas provas ainda não tem data marcada, mas não deve demorar. A expectativa é que o novo exame possa ser feito para esse grupo nos dias 4 e 5 de dezembro, data a ser confirmada pelas autoridades.

Obama celebra acordo que divide poder entre facções no Iraque




Curdos, sunitas e xiitas dividiram principais cargos no país invadido.
Acordo é 'etapa importante', disse na Coreia do Sul o presidente dos EUA.

O acordo político para compartilhar o poder no Iraque, finalmente alcançado após oito meses de bloqueio, é uma "etapa importante" na história do país, declaeou nesta sexta-feira (12) em Seul o presidente americano, Barack Obama.

O governo iraquiano será "representativo, integrador e refletirá a vontade do povo iraquiano", declarou Obama, após a conclusão da cúpula do G20 na capital sul-coreana.

É outro "passo importante na história moderna do Iraque", disse, acrescentando que os Estados Unidos se esforçaram durante muito tempo para que "um governo amplo" pudesse ser montado.

O Iraque começou a sair, na quinta-feira, de uma crise política que já dura oito meses, com um acordo assinado entre as diferentes facções sobre a partilha do poder. O presidente Jalal Talabani foi reeleito, e anunciou a recondução de Nuri al-Maliki ao posto de primeiro-ministro.

O acordo divide os principais cargos do país entre as várias etnias e religiões, já que o presidente da República será curdo, o primeiro-ministro, xiita, e o presidente do parlamento, sunita.

Em coma desde 2006, ex-premiê de Israel Ariel Sharon volta para casa




Fazenda perto de Gaza foi preparada para receber general da reserva.
Transferência ocorreu a pedido dos filhos do ex-primeiro ministro.

 O ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, em coma desde janeiro de 2006, foi transferido nesta sexta-feira (12) para a fazenda da família no sul de Israel, anunciou o diretor do hospital onde estava internado.

Os aparelhos médicos para a manutenção das funções vitais de Sharon foram levados para a fazenda Sicomoros, uma propriedade familiar que fica em Sderot, perto da Faixa de Gaza, a pedido dos filhos do ex-premiê, Gilad e Omri, segundo a imprensa israelense.

A propriedade era um local de repouso de Sharon.

Ariel Sharon, 82 anos, foi vítima de um derrame cerebral em 4 de janeiro de 2006 e desde então permanece em coma.

O general da reserva era um dos líderes políticos da direita nacionalista antes de provocar a revolta desta ala ao ordenar a retirada unilateral da Faixa de Gaza, em 2005.