Estudante presa no sábado foi libertada na tarde deste domingo (31).
Jovem é uma estudante iemenita de 22 anos, afirmam agências de notícias.
A estudante iemenita presa no sábado (30) por um suposto envolvimento no envio de dois pacotes com explosivos aos Estados Unidos foi libertada neste domingo (31) pelas autoridades do Iêmen, disse à Agência EFE um responsável de segurança que pediu anonimato.
A fonte assinalou que a universitária Hanan al-Samawi, de 22 anos, se encontra em liberdade condicional desde esta tarde, sem dar mais detalhes.
De acordo com a agência Reuters, um familiar que não quis se identificar também confirmou à libertação.
Alvo de protestos
Na sexta-feira foram localizados e desativados dois pacotes-bomba em aviões de carga, um no aeroporto britânico de East Midlands, a bordo de um avião da empresa UPS, e o segundo em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em um contêiner da companhia FedEx, a bordo de outro avião.
O destino das bombas eram duas sinagogas de Chicago, nos Estados Unidos. Anteriormente, fontes da segurança do aeroporto de Sanaa tinham indicado à Agência EFE que, aparentemente, os pacotes teriam sigo entregues por duas mulheres.
Tanto autoridades dos Estados Unidos com dos Emirados Árabes apontaram que a Al Qaeda está por trás do atentado fracassado. Serviços de inteligência americanos identificaram a suspeita graças ao chip de um telefone celular encontrado na bomba interceptada no Reino Unido.
Na manhã deste domingo, dezenas de estudantes da Universidade de Sanaa, no Iêmen, protestaram no pátio da faculdade de engenharia contra a prisão da colega, alegando que ela é inocente. Alunos da universidade afirmaram que ela estava no último ano do curso de ciência da computação.
"Ela não era conhecida por ser ativa em nada, nem em política, nem em religião", afirmou Yahya al-Hammadi, um estudante de engenharia de 21 anos à Reuters. "Eu estou totalmente perplexo com isso".
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